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26/05/2012 @ 11:18
Do resto ninguém precisava saber. Quando falo de resto refiro-me ao que deu errado, ficou para trás, decepcionou, machucou… Falo das portas fechadas na cara, das pisadas no peito, tiradas maldosas de ar, ilusões da vida para nos dar uma rasteira. Falo daquilo que ninguém quer, mas que a gente faz o de sempre: passa por cima - ou finge que passa. E saí pela rua com a cara deslavada de quem é feliz. Ninguém, ninguém mesmo precisa saber do nosso esforço para tentar ser qualquer coisa além do que não deu certo.
— Camila Costa.   (via estanteazul)


24/05/2012 @ 9:10
A gente chega numa fase da vida onde o objetivo é ser feliz. Ser feliz, não importa como.
Alugue Felicidade   (via segredosdeumpoeta)


23/05/2012 @ 6:57
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Essa saudade, que às vezes faz a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe, é claro que existe. Essa possibilidade de se experimentar a dor, quando a dor chega, com a mesma verdade com que se experimenta a alegria. Essa incapacidade de não se admirar com o encanto grandioso que também mora na sutileza. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida.
Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito: só consigo ser igual a mim.
Ana Jácomo. (via estrelejar)


23/05/2012 @ 6:51
Tudo é uma questão de humor e de atitude: mude. Deixe de colocar sua felicidade na mão dos outros.
— Martha Medeiros (via ideiasaleatorias)


23/05/2012 @ 6:49
Quem sou eu? A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos, as roupas que a gente veste, a estação do ano preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam.
— Martha Medeiros (via des-apego)


23/05/2012 @ 6:47
Uma das maneiras mais eficazes para potencializarmos nossos medos e angústias é fingir ignorá-los. Melhor puxar a cadeira, chamá-los para uma conversa amistosa, deixar que desengasguem e nos contem tudo, tintim por tintim. Melhor ouvi-los com a escuta mais atenta de que somos capazes.
— Ana Jácomo. (via anrcc)


23/05/2012 @ 6:46
Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece…
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!
Confissão, Mário Quintana.  (via infinito-particular)


23/05/2012 @ 6:41


23/05/2012 @ 6:40
Porque, na verdade, o que eu levo aqui dentro é maior que tudo. É maior porque é do bem e vem fresquinho. Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.
— Caio Fernando Abreu. (via anrcc)


22/05/2012 @ 18:46

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